#RevistaAbraleOnline: Utilizar a radioterapia para leucemia não é uma prática comum, mas ela pode ser administrada em algumas situações, que variam de acordo com o subtipo da doença. Normalmente, quando esse tratamento é realizado, tem o objetivo de evitar uma disseminação do câncer para o sistema nervoso central e para o alívio da dor. A intensidade e quantidade de sessões dependem do objetivo da terapia e das condições de saúde da pessoa.
A radioterapia é um procedimento terapêutico no qual são utilizadas radiações ionizantes para destruir as células doentes ou impedir que elas aumentem. Ela pode ser administrada junto com outras terapias, como a quimioterapia, ou sozinha e pode ter o objetivo curativo ou paliativo.
O Dr. Douglas Guedes de Castro, diretor financeiro da Sociedade Brasileira de Radioterapia e especialista em radioterapia para Hematologia, explica que, no caso da radioterapia para o tratamento da leucemia, ela pode ter essas mesmas finalidades.
De forma geral, esse tratamento pode ser feito para evitar que a leucemia invada o Sistema Nervoso Central (SNC); para tratar quando o câncer já atingiu o SNC – nessas situações, a terapia pode ser paliativa; com a finalidade de aliviar dores nos ossos e como condicionamento para um transplante de medula óssea (TMO), fazendo uma radioterapia corporal total.
O Dr. Castro comenta que os locais mais irradiados são o cérebro e a medula espinhal. Isso acontece porque a quimioterapia tradicional tende a ter “dificuldade” de chegar até esses locais, por conta da barreira hemato-encefálica, e isso aumenta as chances da pessoa ter uma recidiva nessa região. Então, fazer radioterapia no SNC é uma estratégia que ajuda a reduzir a chance disso acontecer.
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