quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

^Hipotiroidismo

 O hipotireoidismo é um problema na tireoide (glândula que regula a função de órgãos importantes como o coração, o cérebro, o fígado e os rins), que se caracteriza pela queda na produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina)

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Hipotireoidismo
Outros nomes: Hipotiroidismo
VISÃO GERAL
SINTOMAS
TRATAMENTOS
ESPECIALISTAS
Fonte
Condição na qual a glândula tireoide não produz a quantidade suficiente de hormônio da tireoide.
A deficiência de hormônios da tiroide, chamada de hipotireoidismo, pode afetar, por exemplo, a frequência cardíaca, a temperatura corporal e todos os aspectos do metabolismo. O hipotireoidismo é mais predominante em mulheres idosas.
Os principais sintomas incluem fadiga, sensibilidade ao frio, constipação, pele seca e ganho de peso inexplicável.
O tratamento consiste na reposição hormonal da tireoide.
Muito comum
Casos por ano: mais de 2 milhões (Brasil)
O tratamento é feito com auxílio médico
Requer um diagnóstic

sábado, 7 de janeiro de 2023

Hipotireoidismo

 

Hipotireoidismo


O hipotireoidismo é um problema na tireoide (glândula que regula a função de órgãos importantes como o coração, o cérebro, o fígado e os rins), que se caracteriza pela queda na produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). É mais comum em mulheres, mas pode acometer qualquer pessoa, independente de gênero ou idade, até mesmo recém-nascidos – o chamado hipotireoidismo congênito.

Em recém-nascidos, o hipotireoidismo pode ser diagnosticado através da triagem neonatal, pelo “Teste do Pezinho” que deve ser feito, preferencialmente, entre o terceiro e o sétimo dias de vida do bebê. Em caso de resposta positiva ao hipotireoidismo congênito, o tratamento precisa ser iniciado imediatamente, sob rigoroso controle médico, para evitar suas consequências, entre elas o retardo mental. Assim, o bebê poderá ficar curado e ter uma vida normal.

Em adultos, na maioria das vezes, o hipotireoidismo é causado por uma inflamação denominada Tireoidite de Hashimoto, podendo, também, ser provocada pela falta ou pelo excesso de iodo na dieta.

Sintomas:

Depressão, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento de colesterol no sangue estão entre os sintomas do hipotieroidismo.

Complicações:

Se o hipotireoidismo não for corretamente tratado, pode acarretar redução da performance física e mental do adulto, além de elevar os níveis de colesterol, que aumentam as chances de problemas cardíacos.

Tratamento:

O tratamento do hipotireoidismo é feito com o uso diário de levotiroxina, na quantidade prescrita pelo médico. Para reproduzir o funcionamento normal da tireoide, a levotiroxina deve ser tomada todos os dias, em jejum (no mínimo meia hora antes do café da manhã), para que a ingestão de alimentos não diminua a sua absorção pelo intestino. Outros medicamentos devem ser ingeriodos pelo menos uma hora após a levotiroxina para não atrapalhar a absorção da mesma. Se estiver usando a medicação regularmente, e dessa forma mantendo os níveis do hormônio dentro dos valores normais, quem tem hipotireoidismo pode levar uma vida saudável, feliz e completamente normal.

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.


domingo, 11 de dezembro de 2022

Ancelmo Goes

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@oncologia_dor @rededor_oficial @rededor_oficial_star @rededormulher @jornaloglobo #ancelmogois

terça-feira, 18 de outubro de 2022

Outubro rosa

 https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/bom-dia-rio/video/cancer-de-mama-e-o-que-mais-atinge-mulheres-no-pais-11032591.ghtml

Outubro rosa 2022




 

domingo, 2 de outubro de 2022

 Como conscientizar as pessoas sobre o Outubro Rosa?

Para quem não sabe, o Outubro Rosa é um período voltado para a conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.
...
Aproveite para se inspirar!
  1. Disponibilização de exame. ...
  2. Ação personalizada. ...
  3. Inclusão de outros públicos. ...
  4. Foco na sociedade. ...
  5. Doações de cabelo e adereços

O que significa o laço rosa do câncer de mama?

 O movimento internacional de conscientização para a detecção precoce do câncer de mama, Outubro Rosa, foi criado no início da década de 1990, quando o símbolo da prevenção ao câncer de mama — o laço cor-de-rosa 


Empresas apoiadoras do Outubro Rosa também têm um impacto positivo em sua imagem. Acontece uma valorização da marca empregadora entre todos os colaboradores, e isso se estende à sociedade, que percebe sua responsabilidade e humanização.18 de jul. de 2022

domingo, 28 de agosto de 2022

Lasanha de Berinjela

 Domingo é dia de lasanha, mas ao invés de massa vamos de berinjela

sábado, 20 de agosto de 2022

Câncer do Útero

 


  • O útero possui vários tipos de tumores, sendo os tumores benignos os mais comuns, popularmente conhecidos como miomas. Quando falamos sobre câncer, a sua forma mais comum é o câncer do colo de útero, seguido pelo câncer de endométrio, que é a camada de revestimento interna do útero. Como o perfil de pacientes e seus tratamento são diferentes, vamos falar desses assuntos de forma separada.
  • Os miomas estão comumente presentes em mulheres na faixa etária de 30 a 40 anos, com alguns fatores de risco como primeira menstruação precoce, obesidade e nunca ter gestado.
  • O sintoma mais comum é o sangramento menstrual muito intenso, com cólicas menstruais, sensação de peso na pelve e dor nas relações sexuais. Dificuldade para engravidar ou até mesmo infertilidade são sinais de alerta para investigação de miomas.
  • Podem ser diagnosticados por exames mais simples, como a ultrassonografia transvaginal, ou exames mais completos, como a ressonância nuclear magnética. A localização do mioma é fundamental para planejamento de uma cirurgia.
  • O tratamento deve ser individualizado com o perfil e objetivo de cada paciente. Naquelas que já possuem filhos e não desejam mais engravidar, a histerectomia (retirada do útero) é a melhor opção. Já nas pacientes que querem engravidar, pode ser realizado tratamento medicamentoso ou a retirada cirúrgica dos miomas.
  • O câncer do colo de útero está relacionado a infecção pelo vírus HPV, uma infecção assintomática muito comum na população brasileira e que se resolve espontaneamente em 90% das mulheres no período de 1 a 2 anos. Se essa infecção persistir, podem surgir alterações pré-cancerígenas no colo uterino, identificadas pelo exame preventivo (Papanicolau).
  • Como a infecção pelo HPV é fundamental para surgir o câncer de colo uterino, então aquelas pessoas cuja vida sexual tenha iniciado de forma precoce e múltiplos parceiros ao longo da vida são descritos na literatura como fatores de risco. O tabagismo
    também contribui para o aumento do risco.
  • Inicialmente o câncer de colo de útero se apresenta sem sintomas, com anos de evolução. Inicialmente surgem lesões pré-malignas que, se não identificadas no exame preventivo, podem evoluir para lesões malignas. Em casos mais avançados podem
    surgir sintomas como sangramento vaginal, dor abdominal, secreção vaginal anormal e queixas urinárias.
  • O tratamento do câncer de colo de útero vai variar com o estágio da doença. Se forem identificadas lesões pré-malignas, o tratamento pode ser realizado retirada somente uma parte do colo de útero. Já se a lesão for em um estágio mais avançado, pode variar desde cirurgia, com retirada de todo o útero, até tratamento exclusivo com quimioterapia e radioterapia.
  • O útero possui várias camadas, sendo o endométrio a sua camada de revestimento interno. É ele que se prepara para receber o óvulo da mulher em toda sua ovulação e, quando não ocorre a fecundação desse óvulo, o endométrio se descama, gerando o
    sangramento da menstruação.
  • O câncer de endométrio tem sua incidência aumentada em mulheres após a menopausa, com fatores de risco associados: obesidade, diabetes, período fértil prolongado (primeira menstruação precoce e/ou menopausa tardia) e reposição hormonal.
  • O sangramento vaginal é o sintoma mais comum, seja na mulher que ainda menstrue e tenha um fluxo alterado ou na mulher pós-menopausa que retorna a ter sangramentos. Para diagnóstico pode-se realizar a ultrassonografia transvaginal ou a ressonância nuclear magnética. A histeroscopia é um exame que facilita o diagnóstico, realizando biópsia.
  • O tratamento em sua maioria é cirúrgico, sendo a cirurgia laparoscópica a melhor opção, visando a melhor recuperação pós operatória. Em casos selecionados há necessidade de complementação do tratamento com quimioterapia e/ou radioterapia, se for um caso de câncer.
    Você apresenta sangramento fora do período de menstruação ou após ter entrado na menopausa? Me mande uma mensagem que irei te ajudar.

domingo, 7 de agosto de 2022

Quanto tempo leva para o câncer de mama se manifestar?


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O câncer de mama leva, em média, de sete a dez anos para que uma célula com gene modificado se torne um carcinoma com pelo menos 1 centímetro de diâmetro. Nesse tempo, a paciente quase nunca sente algum sintoma ou vê algum sinal que indica que ela possa estar com câncer de mama.