sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

 

Saiba quais doenças dão isenção de imposto de renda

Existem condições e enfermidades graves que limitam as pessoas e não raramente impedem que continuem trabalhando, e são essas doenças que dão isenção de imposto de renda para os portadores que precisam se afastar do trabalho temporária ou permanentemente. Assim, o que a legislação faz é isentar os rendimentos recebidos por essas pessoas, ganhos não classificados como advindos de atividades de trabalho.

Porém, não basta ter alguma doença grave e simplesmente parar de entregar a declaração ou pagar o imposto gerado nela. Existe um processo para que o portador seja identificado como beneficiário da isenção e a partir disso passe a aproveitá-la.

Neste post vamos mostrar quais são as doenças que geram a isenção e como é o processo obrigatório para se beneficiar dela.

Quais são as doenças que dão isenção de imposto de renda?

Ao todo, segundo a Lei número 7.713 de 1988, 16 condições de saúde causam a isenção do imposto para o portador:

  • AIDS;
  • distúrbios mentais que causem a chamada alienação mental, interferindo na vida psicossocial e profissional;
  • cardiopatia grave;
  • cegueira de um ou dos dois olhos;
  • contaminação por radiação;
  • Osteíte Deformante, ou Doença de Paget;
  • Mal de Parkinson;
  • Esclerose Múltipla;
  • Espondiloartrose Anquilosante;
  • Fibrose Cística;
  • Hanseníase;
  • nefropatia grave;
  • hepatopatia grave;
  • neoplasia maligna;
  • paralisia irreversível e incapacitante;
  • Tuberculose em estado ativo.

Quando a isenção pode ser aproveitada?

A isenção de imposto apenas é aplicada a rendimentos provenientes de aposentadoria e recebimentos de pensão ou vencimentos de reforma de militares. Ou seja, ganhos do trabalho assalariado de portadores das doenças ou condições citadas não ficam isentos do tributo.

Caso o portador receba aposentadoria adicional de alguma instituição de previdência complementar na modalidade Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), ou de entidade classificada como Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi), esses rendimentos também são isentos. O benefício estende-se ainda a recebimento de pensão definido por decisão judicial ou escritura pública de cartório.

Qual é o procedimento para aproveitar a isenção?

Para comprovar a enfermidade e o direito à isenção, o portador da condição deve obter um laudo médico. E conforme a própria Receita Federal, de preferência o laudo tem de ser emitido por um serviço médico que preste serviços à fonte pagadora — a empresa que emprega o portador da doença ou da qual ele é sócio. Isso porque, após a emissão, imediatamente a retenção de imposto, caso ocorra, pode ser interrompida.

Um dos requisitos legais é que o laudo tenha a data de quando a condição foi contraída ou diagnosticada. Não havendo a informação, a Receita tomará a data de emissão do laudo como de contração da enfermidade constatada. Outro é que, para doenças que podem ser controladas ou até extintas, o laudo tenha data de validade — devendo ser renovado enquanto a condição persistir para a isenção seguir válida.

Para pessoas já aposentadas, ou que recebem outro tipo de benefício do INSS já na data de contração da doença ou condição, o procedimento a ser feito é o mesmo. Porém, o laudo tem de ser levado ao órgão para que um médico do próprio INSS analise o documento e o portador a fim de confimar a condição e o aproveitamento da isenção consequente dele.

Após a emissão do laudo e confirmada a condição de isento de imposto para o portador, logo na declaração seguinte o benefício tributário já pode ser aproveitado. Na hipótese de o laudo atestar que a enfermidade foi contraída anteriormente, diferentes situações podem ocorrer.

Condição contraída no ano corrente

Por exemplo, o portador pode obter o laudo apenas depois de abril, no qual consta que a sua condição iniciou em fevereiro. Nesse caso, a declaração exigida no ano já foi entregue e por alguns meses, mesmo enfermo, o contribuinte pode ter sofrido retenção de imposto.

Quanto ao documento já entregue, nada precisa ser feito porque ele refere-se apenas aos meses do ano anterior. Quanto aos meses nos quais houve retenção, posteriores à data de contração da doença, são informados, junto à condição, na declaração seguinte e os valores retidos são restituídos.

Condição contraída em anos anteriores

Nesse caso, as declarações já enviadas e que sejam abrangidas pelo laudo em relação ao período de enfermidade precisam ser retificadas para adição da informação não dada anteriormente.

Havendo somente imposto a restituir, ou nenhum imposto a restituir ou pagar, basta fazer a retificação informando a condição. Por outro lado, se houve imposto pago, tem de ser feita a retificação acompanhada de Declaração de Compensação (PER/DCOMP), documento necessário para recuperar, restituindo ou compensando, impostos pagos indevidamente.

O portador, ou a pessoa que o auxilie nessa e em outras questões, deve observar ainda que as doenças que dão isenção de imposto de renda não tiram a necessidade de declará-lo, pois isso é diferente do que seria uma desobrigação de transmissão. Logo, se o portador se enquadrar em qualquer uma das condições que obrigam a declaração, tem de fazê-la.

Sendo esse o seu caso ou não, é importante sempre saber quais são as possibilidades de se isentar do imposto, além de entender como se podem aplicar deduções na declaração, o que pode ser utilizado por mais pessoas. Então, conheça 11 possíveis deduções para seu imposto de renda.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

 Estamos em um dos períodos, sem dúvida o mais aguardado ,o carnaval.

Porém com a pandemia teve que ser cancelado.
As vacinas estão ai, então vamos nos divertir em casa mesmo, com segurança e em familia.
Pois 2022, será o ano que sem duvida todos aguardaram para pular carnaval em comemoração da vacina.
Vamos nos cuidar,#vacinapratodosjá,falta pouco agora!

domingo, 14 de fevereiro de 2021

 

Os 9 tipos de câncer que mais matam no Brasil

1 - Traqueia, brônquio e pulmão

O câncer de traqueia, brônquio e pulmão não é só o mais letal de todos. De acordo com o Inca, 11,99 pessoas morrem no Brasil todos os anos para cada grupo de 100 mil habitantes. É também a quinta principal causa de morte no mundo, em uma lista que inclui acidente de trânsito (10º), AVC (2º) e diarreia aguda (8º). De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), 1,7 milhão de casos são diagnosticados todos os anos no mundo (dados de 2016).



2 - Colón e Reto

O câncer colorretal é conhecido por agridir uma parte do intestino grosso (o cólon) e o reto. Este é um tipo de tumor com grandes chances de cura em caso de diagnóstico precoce. O importante é que o tratamento comece antes que a doença tenha se espalhado por outros órgãos. O Inca estima em 36,3 mil os casos anuais no Brasil. A cada 100 mil habitantes, 7,31 pessoas acabam morrendo por ano no país vítima de câncer no cólon e reto


3-Mama

Depois do câncer de pele, é o mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, respondendo por cerca de 28% dos novos casos a cada ano. Raro antes dos 35 anos, sua incidência cresce ano a ano, principalmente depois dos 50. O Inca indica 59,7 mil casos por ano e 6,91 mortes para cada 100 mil habitantes. Diferentemente do que muitos imaginam, o câncer de mama também atinge homens, o correspondente a 1% do total de casos.


4 - Estômago

Também conhecido por câncer gástrico, os tumores do estômago acometem principalmente homens idosos, por volta dos 70 anos. Cerca de 65% dos pacientes têm mais de 50, informa o instituto. No Brasil, é o terceiro em incidência entre homens e o quinto entre as mulheres. É no Japão onde ocorre o maior número de casos: 780 doentes por 100 mil habitantes. Por aqui, a proporção de mortes é de casos a cada 100 mil pessoas.


5 - Próstata

A próstata é uma glândula que só o homem possui e que fica logo abaixo da bexiga e à frente do reto. Um órgão pequeno, com formato de maçã, a próstata é responsável pela produção de parte do sêmem e é parte do tubo pelo qual a urina é elimanada. É o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele. É outro tumor associado à terceira idade. O Inca fala em 68,2 mil casos por ano e seis mortos para cada grupo de 100 mil habitantes.


6 - Fígado

Os tumores de fígado são divididos em dois grupos: câncer primário, com sua origem no próprio órgão, e o secundário, originado em outra parte do corpo. O mais frequente entre os do tipo primário são os tumores do hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular. Muito agressivos, respondem por 80% dos casos. Outros tipos mais raros são o angiossarcoma, originado nos vasos sanguíneos do órgão, e o hepatoblastoma. No Brasil, diz o Inca, a taxa de mortalidade é de 4,33 pessoas por 100 habitantes.


7 - Pâncreas

Aproximadamente 90% dos casos são do tipo adenocarcinoma, que se origina no tecido da glândula. Pelo fato de ser de difícil diagnóstico, o câncer de pâncreas apresenta alta taxa de mortalidade. Raro antes dos 30 anos, torna-se mais frequente depois dos 60. Corresponde de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados no Brasil e 4% do total de mortes por essa doença, ou 4,12 casos a cada grupo de 100 mil habitantes.


8 - Sistema Nervoso Central

É o segundo tipo de câncer mais frequente na juventude, entre zero a 18 anos. É superado apenas pelas alterações nas células do sangue. Eles correspondem a aproximadamente 25% dos diagnósticos em pessoas com menos de 15 anos: uma em cada cinco crianças com câncer é portadora de um tumor primário do sistema Nervoso Central. No Brasil, as mortes atingem 4,21 crianças e adolescentes por 100 mil habitantes.


9 - Esôfago

O esôfago é o tubo que liga a garganta ao estômago. É o sexto mais frequente entre os homens e 13º entre as mulheres. O tipo mais comum é o carcinoma epidermoide escamoso, responsável por 96% dos casos, informa o Inca. O Instituto estima em 10,7 mil o número de casos por ano no Brasil: 8.240 homens e 2.550 mulheres. Ao todo, 3,94 pessoas acabam morrendo da doença para cada grupo de 100 mil habitantes.

Casos de câncer de mama ultrapassam os de pulmão, diz OMS - #JM

sábado, 13 de fevereiro de 2021

https://www.instagram.com/p/CLOwaEwnMbD/...

O pior lugar onde o câncer pode estar é na sua mente.

Eu sempre pensei isso. E sempre me perguntei o por quê do câncer trazer tanto medo.
Acredito que seja porque somos obrigados a nos colocar numa posição de total dependência, de todos. Nós realmente precisamos da ajuda de todos durante o tratamento e não ter a certeza de que cada um está dando o seu melhor em prol da nossa vida dá medo.

Refleti muito sobre isso e penso que não há sequer uma pessoa que possa nos trazer essa segurança de que tudo dará certo, de que estamos recebendo o melhor tratamento, de que não estamos sozinhos, senão DEUS.

Meus exames de acompanhamento agora de 2021 mostraram "manchas suspeitas" nos ovários. Uma nova hipótese de câncer não estava descartada pelos médicos. Cheguei em casa pensando "Ah, tudo de novo". Foi então que Deus veio falar comigo.

Meu coração transbordou e você só vai entender isso com a profundidade que eu estou falando se você se permitir ouvir e sentir a presença de Deus.

Os médicos solicitaram um milhão de exames de investigação. Eu os fiz.
Essa semana os médicos me disseram o que Deus já havia me revelado.
Eu nunca estive sozinha durante o meu tratamento. Você também não está. A pessoa mais fiel e que mais te ama está com você te dando TUDO o que você precisa. Apenas confie.


sábado, 6 de fevereiro de 2021




 

 https://photos.app.goo.gl/3RUuxBu7gQ5sG4jv8https://photos.app.goo.gl/3RUuxBu7gQ5sG4jv8

Quer saber como fiquei durante o tratamento, clique no link, acima. aparecerá todos os momentos da careca durante o tratamento. E atual, nunca desanimem, pensem que a nova fase, chegará e la na frente ira rir e lembrar. 


 E chegamos a:3154 de visualizações desde o inicio.

Hoje 06-02 tivemos:2visualizações

Esse mês já tivemos 36visualizações

No ultimo mês de janeiro 110 visualizações


 6 de Fevereiro de 2019,dia da cirurgia.

Uma tarde, para nunca esquecer.
Dia que entrava no centro cirúrgico para tirar o tumor e os nódulos da mama esquerda.
O dia que parecia nunca acabar.
Hoje 2anos após a cirurgia, entrando também em etapas que fazem parte do tratamento.
Foi um ano agitado, cirurgia e tratamentos como quimioterapia ,radioterapia e hormonioterapia.
Mas sem dúvida, tudo valeu apena.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

 Amanhã é dia de comemorar 2anos de operada,2anos que me livrei dessa doença horrível, chamada Câncer de mama.