domingo, 5 de março de 2023

O Radar do Câncer

 O Radar do Câncer foi idealizado e criado com o objetivo de auxiliar pesquisadores, repórteres, associações, secretários de saúde e interessados a entender os impactos dos diferentes tipos de câncer na população brasileira, bem como identificar possíveis gaps no tratamento e na assistência desses pacientes.

Organizamos diversas fontes públicas de uma forma prática e fácil de consultar para que os interessados possam utilizar esses dados para apoiar as decisões estratégicas e a criação de políticas públicas paras as diferentes regiões e tipos de câncer.
Essa nossa organização das informações e apresentação de forma fácil e prática para os interessados tem como intuito auxiliar nos seguintes tópicos:
Transparência na gestão pública;
Contribuição da sociedade na fiscalização da gestão pública;
Políticas públicas mais efetivas;
Aprimoramento na qualidade dos dados governamentais.
CÂNCER EM NÚMEROS
Todos
NO MUNDO
19,3
milhões
INCIDÊNCIA
(Globocan - Estimativa 2020)
10,0
milhões
MORTALIDADE
(Globocan - Estimativa 2020)
13,6
milhões
PREVALÊNCIA
(Globocan - Estimativa em 1 ano - 2020)
NO BRASIL
626,0
mil
INCIDÊNCIA
(Inca - Estimativa 2020)
232,0
mil
MORTALIDADE
(Inca - Atlas da mortalidade 2019)
414,2
mil
PREVALÊNCIA
(Globocan - Estimativa em 1 ano - 2020)
CÂNCER: DADOS, CONHECIMENTO e IMPACTO
Abaixo, você pode analisar os radares desenvolvidos por nós selecionando por tipo de câncer ou por tema específico. As informações, de fontes variadas, estão consolidadas e fácil de serem utilizadas. Selecione um painel abaixo, explore e compartilhe!
Câncer de Pulmão
ATUALIZADO EM
13/10/2022
Entre os dados mais preocupantes, estão: 85,5% dos casos registrados tiveram o tratamento iniciado no Cacon em estadiamentos III e IV, isso significa que a chance desses pacientes não sobreviverem em 5 anos varia de 60 a 100%. Também chama a atenção que apenas 47,9% dos registros possuíam a informação sobre tabagismo, sendo que 80,1% dos pacientes eram fumantes ou ex-fumantes. O desrespeito à lei dos 60 dias também foi demonstrado no radar: 25,6% dos casos tiveram a lei descumprida.
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Câncer de Próstata
ATUALIZADO EM
13/10/2022
O câncer de próstata é o de maior incidência em homens (excetuando pele não-melanoma). Segundo estatísticas do INCA (Instituto Nacional de Câncer), cerca de 65.840 novos casos serão diagnosticados no Brasil em cada ano do triênio 2020-2022. Esse tipo de câncer corresponde a 29,2% do total de tumores no público masculino.
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Impacto da COVID
ATUALIZADO EM
21/07/2022
A COVID trouxe muitas mudanças no dia a dia das pessoas, mudando os cuidados pessoas, a interação, a forma de trabalho e principalmente os atendimentos no sistema público de saúde. Para entendermos o impacto que a COVID causa/causou nos pacientes oncológicos mapeamos alguns itens relacionados com o rastreamento, diagnóstico e tratamento dos pacientes oncológico durante a pandemia.
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Câncer de Pele Melanoma
ATUALIZADO EM
13/10/2022
O melanoma pode aparecer em qualquer parte do corpo, na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais. Nos indivíduos de pele negra, ele é mais comum nas áreas claras, como palmas das mãos e plantas dos pés. Embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão. É o tipo mais grave, devido à sua alta possibilidade de provocar metástase (disseminação do câncer para outros órgãos).
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Projetos de Lei - Oncologia
ATUALIZADO EM
13/10/2022
Projeto de lei é uma ideia, uma proposta que pode vir a se transformar em lei. Um projeto de lei pode ser apresentado inicialmente tanto na Câmara quanto no Senado – que juntos formam o Congresso Nacional.
Dentro da rotina do nosso trabalho de advocacy faz parte o monitoramento e também a proposição desses projetos, afinal eles podem influenciar e contribuir para o aprimoramento de políticas públicas e ou apoiar a discussão de grandes temas e problemas existentes no cenário do câncer.
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Câncer de Mama
ATUALIZADO EM
21/07/2022
Segundo estatísticas do INCA (Instituto Nacional de Câncer), cerca de 66.280 novos casos são diagnosticados por ano no Brasil. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença. Nas mulheres, corresponde a 29,7% do total de cânceres no público feminino.
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Câncer Colorretal
ATUALIZADO EM
13/10/2022
O câncer de intestino abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no reto (final do intestino, imediatamente antes do ânus) e ânus. Também é conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal. Segundo estatísticas do INCA (Instituto Nacional de Câncer), cerca de 40.990 novos casos são diagnosticados por ano no Brasil.
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Câncer de Colo do Útero
ATUALIZADO EM
13/10/2022
O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano - HPV (chamados de tipos oncogênicos). A infecção genital por esse vírus é muito frequente e na maioria das vezes não causa doença. Em alguns casos, ocorrem alterações celulares que podem evoluir para o câncer. Essas alterações são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolau), e são curáveis na quase totalidade dos casos. Por isso, é importante a realização periódica do exame preventivo.
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Estadiamento no câncer
ATUALIZADO EM
05/04/2022
Estadiamento nada mais é que a avaliação da extensão da doença. A necessidade de se classificar os casos de câncer em estádios baseia-se na constatação de que as taxas de cura são diferentes quando a doença está restrita ao órgão (estádio inicial), quando está no órgão e em linfonodos regionais (estadiamento localmente avançado) ou quando já está disseminado para outros órgãos (estadiamento avançado). No Brasil, 63,0% dos pacientes iniciaram o tratamento em estadiamento localmente avançado e avançado entre 2019 e 2021.
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Câncer de Fígado
ATUALIZADO EM
13/10/2022
Dentre os tumores iniciados no fígado, o mais comum é o hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular. Agressivo, ocorre em mais de 80% dos casos. Existem também o colangiocarcinoma (originado nos dutos biliares do fígado), o angiossarcoma (câncer raro que se origina nos vasos sanguíneos do fígado) e o hepatoblastoma, tumor maligno raro que atinge recém-nascidos e crianças nos primeiros anos de vida.
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

Qual o tipo de câncer de mama mais grave?



câncer triplo-negativo?
O câncer de mama triplo negativo é o tumor de mama mais agressivo e com taxas de recidivas mais altas e precoces, além de um alto índice de metástases viscerais e no sistema nervoso central (SNC). Sendo assim, este tumor representa uma necessidade médica por novas terapias.







Câncer de mama triplo negativo
Por ser invasivo, o câncer de mama triplo negativo é capaz de se espalhar por outras células e se dissemina rapidamente. Além disso, a sua chance de retorno após o tratamento é alta. Por isso, é um dos piores tipos.

Câncer de mama Triplo Negativo:

 

Câncer Triplo Negativo:
É possivel ter cura no tipo de câncer Triplo Negativo:
O câncer de mama triplo-negativo é um dos subtipos mais agressivos de câncer de mama, mas quando diagnosticado em estágios iniciais pode ter cura. Por isso, é importante manter exames e tratamentos em dia.


O câncer de mama triplo negativo é o tumor de mama mais agressivo e com taxas de recidivas mais altas e precoces, além de um alto índice de metástases viscerais e no sistema nervoso central (SNC). Sendo assim, este tumor representa uma necessidade médica por novas terapias.



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

^Hipotiroidismo

 O hipotireoidismo é um problema na tireoide (glândula que regula a função de órgãos importantes como o coração, o cérebro, o fígado e os rins), que se caracteriza pela queda na produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina)

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Hipotireoidismo
Outros nomes: Hipotiroidismo
VISÃO GERAL
SINTOMAS
TRATAMENTOS
ESPECIALISTAS
Fonte
Condição na qual a glândula tireoide não produz a quantidade suficiente de hormônio da tireoide.
A deficiência de hormônios da tiroide, chamada de hipotireoidismo, pode afetar, por exemplo, a frequência cardíaca, a temperatura corporal e todos os aspectos do metabolismo. O hipotireoidismo é mais predominante em mulheres idosas.
Os principais sintomas incluem fadiga, sensibilidade ao frio, constipação, pele seca e ganho de peso inexplicável.
O tratamento consiste na reposição hormonal da tireoide.
Muito comum
Casos por ano: mais de 2 milhões (Brasil)
O tratamento é feito com auxílio médico
Requer um diagnóstic

sábado, 7 de janeiro de 2023

Hipotireoidismo

 

Hipotireoidismo


O hipotireoidismo é um problema na tireoide (glândula que regula a função de órgãos importantes como o coração, o cérebro, o fígado e os rins), que se caracteriza pela queda na produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). É mais comum em mulheres, mas pode acometer qualquer pessoa, independente de gênero ou idade, até mesmo recém-nascidos – o chamado hipotireoidismo congênito.

Em recém-nascidos, o hipotireoidismo pode ser diagnosticado através da triagem neonatal, pelo “Teste do Pezinho” que deve ser feito, preferencialmente, entre o terceiro e o sétimo dias de vida do bebê. Em caso de resposta positiva ao hipotireoidismo congênito, o tratamento precisa ser iniciado imediatamente, sob rigoroso controle médico, para evitar suas consequências, entre elas o retardo mental. Assim, o bebê poderá ficar curado e ter uma vida normal.

Em adultos, na maioria das vezes, o hipotireoidismo é causado por uma inflamação denominada Tireoidite de Hashimoto, podendo, também, ser provocada pela falta ou pelo excesso de iodo na dieta.

Sintomas:

Depressão, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento de colesterol no sangue estão entre os sintomas do hipotieroidismo.

Complicações:

Se o hipotireoidismo não for corretamente tratado, pode acarretar redução da performance física e mental do adulto, além de elevar os níveis de colesterol, que aumentam as chances de problemas cardíacos.

Tratamento:

O tratamento do hipotireoidismo é feito com o uso diário de levotiroxina, na quantidade prescrita pelo médico. Para reproduzir o funcionamento normal da tireoide, a levotiroxina deve ser tomada todos os dias, em jejum (no mínimo meia hora antes do café da manhã), para que a ingestão de alimentos não diminua a sua absorção pelo intestino. Outros medicamentos devem ser ingeriodos pelo menos uma hora após a levotiroxina para não atrapalhar a absorção da mesma. Se estiver usando a medicação regularmente, e dessa forma mantendo os níveis do hormônio dentro dos valores normais, quem tem hipotireoidismo pode levar uma vida saudável, feliz e completamente normal.

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.


domingo, 11 de dezembro de 2022

Ancelmo Goes

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@oncologia_dor @rededor_oficial @rededor_oficial_star @rededormulher @jornaloglobo #ancelmogois

terça-feira, 18 de outubro de 2022

Outubro rosa

 https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/bom-dia-rio/video/cancer-de-mama-e-o-que-mais-atinge-mulheres-no-pais-11032591.ghtml

Outubro rosa 2022