domingo, 2 de agosto de 2020

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Doação de sangue não pode parar com pandemia, orienta Ministério da Saúde

    Publicado: Sexta, 27 de Março de 2020, 12h11 Última atualização em Sexta, 27 de Março de 2020, 12h33

    Não deixe que o coronavírus quebre essa corrente do bem. Mas atenção, se estiver com sintomas de gripe, fique em casa. Ministério da Saúde lança parceria para ampliar o cadastro de doadores

    Foto: Erasmo Salomão / ASCOM MS

    Diante da necessidade de manter os estoques e a rede abastecida de sangue, o Ministério da Saúde orienta à população que as doações de sangue devem continuar acontecendo neste momento em que o país registra casos e óbitos por coronavírus. Pessoas com anemias crônicas, acidentes que causam hemorragias, complicações decorrentes da dengue, febre amarela, tratamento de câncer e outras doenças graves, continuam ocorrendo. Ou seja, o consumo de sangue é diário e contínuo.

    A doação de sangue é segura, não havendo riscos para quem doa. Para receber os doadores, os cerca de 32 hemocentros no país, além de aproximadamente 500 serviços de hemoterapia - onde também são feitas coletas e uso do sangue -, estão preparados. Todas esses serviços estão disponibilizando condições de lavagem de mãos, uso de antissépticos e acolhimento que minimizem a exposição a aglomerado de pessoas. Cuidados com a higienização das áreas, instrumentos e superfícies também têm sido intensificados pelos hemocentros.


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    “Estamos incentivando o doador de sangue a sair de casa para realizar esse ato heroico, porque as cidades e transportes estão mais vazios, tornando o acesso aos pontos de coleta de sangue mais seguro e confortável. A população brasileira é reconhecida por sua postura solidária e certamente dará mais este bom exemplo ao mundo”, destaca o coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Rodolfo Duarte Firmino.

    É importante lembrar que não há um substituto para o sangue e a disponibilidade é essencial em diversas situações e em muitos casos determinante para o sucesso de um tratamento.

    MONITORAMENTO

    O Ministério da Saúde está monitorando diariamente os estoques de sangues nos hemocentros dos estados. Cada unidade da federação tem informado continuamente a quantidade de bolsas de sangue existentes na rede. A grande preocupação é com a necessidade mais imediata que são justamente dos estados com maior população e, portanto, com maior consumo de bolsas de sangue.

    Mesmo que nenhum estado tenha relatado falta de sangue até o momento, o estado de Santa Catarina, por exemplo, tem dependido de ajudas de outras unidades da federação para tratamento de casos de febre amarela em humanos.

    PANDEMIA PROVOCA QUEDA DE QUASE 50% NA DOAÇÃO DE SANGUE E PLAQUETAS NO INCA
    Instituto precisa do apoio da população para garantir continuidade de tratamentos em tempos de Covid-19
    Um dos efeitos colaterais da pandemia da Covid-19 foi a redução do número de doadores de sangue e plaquetas, uma vez que menos pessoas têm saído de casa. Para manter o estoque do INCA abastecido e dar continuidade aos tratamentos são necessárias 70 doações diárias, mas atualmente a média é de 30.Durante a pandemia, algumas recomendações são especialmente relevantes: higienização de mãos ao entrar e sair do Serviço de Hemoterapia, onde há disponível álcool em gel, água e sabão; manter distância mínima de um metro de outras pessoas; e evitar apertos de mãos e abraços são essenciais. Os locais de triagem, coleta e lanche (com o descarte de todos os utensílios) estão sempre higienizados.As doações podem ser feitas de segunda à sexta-feira, de 7h30 às 14h30, e sábado, de 8h às 12h, no edifício-sede do INCA, no Centro do Rio de Janeiro, na Praça Cruz Vermelha, 23, segundo andar. Agendamentos podem ser feitos por telefone, das 8h às 15h, o que evita aglomerações: (21) 3207-1021 ou 3207-1580.
    Antes que alguém venha dizer alguma coisa,sobre eu estar torcendo e estar em contagem para que comecem logo as vacinas no Rio de janeiro, pode ter total certeza que eu sou a pessoa que mais quero receber a vacina e voltar a minha vida ao normal.
    Não aguento mais ficar em casa, enquanto muitos falam que eu estou feliz em ficar em casa, só digo que não aguento mais,tenho muita saudade da minha rotina de trabalho, só meus chefes sabem o quanto eu gosto de estar lá.
    Algumas publicações já fui julgada e as pessoas dizerem que não são verdadeiras,provavelmente essas não assistem televisão não acompanham os noticiários.

    sábado, 1 de agosto de 2020

    Por Fabio Manzano, G1

     


    Estudiosos tentam desenvolver vacina contra coronavírus — Foto: CDC/Unsplash

    Estudiosos tentam desenvolver vacina contra coronavírus — Foto: CDC/Unsplash

    A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford, será testada em dois mil brasileiros durante três semanas, em testes conduzidos no Rio de Janeiro e em São Paulo. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido que vai começar a testar a eficácia da imunização contra o Sars-CoV-2.

    (ATUALIZAÇÃO: O Idor, responsável pelos testes no Rio, corrigiu a informação de que lotes da vacina já chegaram ao Brasil. Essa reportagem foi atualizada excluindo a informação às 13h20.)

    No Rio de Janeiro, os testes em mil voluntários serão feitos pela Rede D’Or São Luiz, com custo de cerca de R$ 5 milhões bancados pela Rede e sob coordenação do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor).

    Em São Paulo, os testes em outros mil voluntários serão conduzidos pelo Centro de Referência para Imunológicos Especiais (Crie) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com financiamento da Fundação Lemann.

    Três semanas de vacinação

    Antonio Carlos Moraes, um dos pesquisadores da equipe do Idor, responsável pelos testes no Rio explicou que seu grupo se prepara para um esforço que deve durar até a última semana de junho, com a triagem e aplicação da imunização nos voluntários.

    Mais um mês se inicia!
    Que passe rápido, que venha logo, a vacina contra COVID